Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos de um programa de exercí­cios no local de trabalho sobre a flexibilidade em trabalhadores de escritório e sua relação com a frequência semanal de participação.

Quarenta e nove funcionários de escritório de uma empresa do setor farmacêutico, localizada na cidade de São Paulo, foram distribuí­dos randomicamente em três grupos de acordo com o número semanal de sessões propostas: duas (RG2), três (RG3) e cinco (RG5) vezes por semana. O programa incluiu sessões de exercí­cios de 10 minutos compostas por alongamento, resistência muscular localizada, massagem e técnicas de relaxamento, por um perí­odo de seis meses.

Para mensurar a flexibilidade de punhos e coluna cervical foi utilizado um inclinômetro de dupla escala e o teste do Terceiro Dedo ao Chão para mensurar a flexibilidade da coluna lombar. Após a análise dos dados, verificou-se que houve aumento significante nos valores de flexibilidade de coluna cervical, coluna lombar e punhos (p < 0,05) para todos os grupos randomizados.  

Resultados de avaliações utilizando instrumentos validados quanto as suas propriedades psicométricas para avaliação dos programas são cruciais para compreender a eficiência dos exercícios nas práticas corporativas e na orientação dos profissionais que atuam na área de saúde do trabalhador com programas de ginástica laboral.

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